A beleza do amor e a dor de uma psique dilacerada dão o tom no emocionante ESPERANDO BOJANGLES
Escrito por Ana Paula Santos Existem diversas formas de se contar histórias de amor no cinema. Desde que o cinema existe, o amor já foi cantado, dançado, narrado, mostrado e ilustrado das mais diversas formas. Algumas deram certo, outras podem até não ser tão boas, mas quando se trata desse sentimento, nenhuma narrativa pode ser desprezada, principalmente quando ela transborda beleza e sinceridade. Inspirado no livro de mesmo nome (escrito por Olivier Bourdeaut e best seller na França), o filme ESPERANDO BOJANGLES, que estreia essa semana nos cinemas, nos prende a atenção desde os primeiros segundos, ao mostrar um grupo de ricaços à beira mar na Riviera Francesa em 1958. Logo conhecemos Georges (Romain Duris, de Uma Nova Amiga), um rapaz carismático que transita entre os grupos endinheirados contando histórias mirabolantes sobre a sua origem. É nesse lugar que ele conhece a deslumbrante Camille (Virginie Efira, de Benedetta) e se apaixona no mesmo instante. O que Camille tem de linda...